TRILHA DOS ESCRAVOS / SERRA DO CIPÓ  (CAMINHADAS NÍVEL 1) escrito em segunda 11 janeiro 2010 17:30

Marcelo Maximo

Localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) Morro da Pedreira, a Trilha dos Escravos é um atrativo que leva ao topo da Cachoeira Véu da Noiva e sua respectiva nascente, denominada de Mãe D'água. Sua construção, como o próprio nome diz, foi feita pelos escravos para auxiliar o transporte das riquezas minerais adquiridas na Serra do Espinhaço durante o ciclo do ouro e diamante do século XVIII.

A Trilha tem aproximadamente 4 metros de largura e 600 metros de comprimento. O caminho é íngreme, com pedras unidas e cercada por uma vegetação de cerrado, de onde se tem uma vista do Morro da Pedreira e da região de Cardeal Mota.

Fonte;www.desvendar.com

Fotos; Alexandre Liparini

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PARQUE ESTADUAL DO ROLA MOÇA  (PARQUES ESTADUAIS DE MG) escrito em segunda 28 dezembro 2009 14:12

O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma das mais importantes áreas verdes do Estado. Situado na região metropolitana de Belo Horizonte, é o terceiro maior parque em área urbana do país e abriga alguns dos mananciais que abastecem a capital.

O nome do Parque foi contado em "causo" e imortalizado por Mário de Andrade em um poema que relata a história de um casal que, logo após a cerimônia de casamento, cruzou a Serra de volta para casa. No caminho, o cavalo da moça escorregou no cascalho e caiu no fundo do grotão. O marido, desesperado, esporou seu cavalo ribanceira abaixo e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou". (Fonte; IEF)

No parque é possível fazer diversas caminhadas e desfrutar de belas paisagens. Predomina-se o Cerrado e a Mata Atlântica, possui diversas cachoeiras e animais silvestres como o lobo Guará.

Marcelo Maximo

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FILME CASA DE PEDRA  (VIDEOS) escrito em sexta 12 junho 2009 18:24

Marcelo Maximo

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10 DICAS IMPORTANTES PARA CAMINHADAS  (DICAS E QUALIDADE DE VIDA) escrito em segunda 01 junho 2009 18:40

01 – Horários e Roteiros – É sempre bom saber a distância, o tempo total do percurso e o grau de dificuldade. Se o caminho for desconhecido, contrate os serviços de um guia.

02 – Companheirismo – É a melhor forma de manter o grupo unido, proporcionando um passeio agradável para todos. Caso alguém apresente dificuldades procure ajudar ou acompanhar o ritmo do mais lento.

03 – Calçado – Evite calçados novos ou de solado duro para evitar dores nos pés, desconforto ao caminhar, calos ou até mesmo perda de unha durante a caminhada. Utilize meias grossas, são as melhores para caminhadas e o calçado deve ser um número maior do que o de costume.

04 – Roupas e mochilas – As roupas devem ser adequadas ao passeio, ou seja, condizentes com o clima e vegetação, de preferência roupas que sequem com facilidade, no caso de chuva. Em matas ou trilhas fechadas as calças compridas evitam arranhões, em lugares frios toucas e luvas são muito bem vindas. As roupas extras devem ser embaladas em sacos plásticos para evitar que molhem. Dentro dos plásticos, as vestimentas devem ser arrumadas como rocamboles, diminuindo assim seu volume. Opte por uma mochila que se enquadre ao passeio, nada de exageiros.

05 – Alimentação – Leve alimentos que não precisam manter-se resfriados, barra de cereais, salaminho italiano, biscoitos, carne de soja, frutas, isotônicos, carne seca, o velho e bom miojo... Evite enlatados, frascos de vidro e bebidas alcoólicas.

06 – Lixo – Não deixe lixo por onde passar e se possível recolha o lixo de pessoas descuidadas.

07 – Água – Sempre ingira bastante água. Fique atento ao leito de nascentes e rios e evite poluí-los, jamais faça suas necessidades fisiológicas  próximo ao leito dos rios. Você pode preparar soro caseiro se a caminhada exigir muito esforço, pode acreditar ele salva vidas.

08 – Fauna – Não retire plantas e flores, para que outras pessoas tenham a mesma oportunidade que você de admirá-los. Não moleste nem dê comida a animais silvestres. É crime ambiental retirar plantas nativas de seu habitat natural, e a caça pode ser crime inafiançável.

09 – Imprescindível – Em qualquer passeio leve; sacos plásticos para o lixo, uma lanterna com pilhas extras, máquina fotográfica, fósforo ou isqueiro, manteiga de cacau, filtro solar, relógio, repelentes, capa de chuva, desodorante, óculos escuros, bússola ou GPS e chapéu.

10 – Barraca – Necessidade de uso em caso de pernoite em acampamento. A barraca deve oferecer o máximo de conforto e segurança, protegendo seus ocupantes do vento, chuva, frio, sol e insetos com menor peso possível, afinal de contas ela será sua casa temporariamente. Lembre-se que a capacidade de pessoas indicadas pelo fabricante não leva em consideração a quantidade de equipamentos, por isso sempre considerar com um lugar a menos do que o indicado. Existem no mercado barracas que possuem uma “varanda” isso permite que o espaço interno da barraca aumente e até que se faça comida nos dias chuvosos. Procure um lugar mais plano para armar a barraca, tendo cuidado de verificar se existem tocos e/ou pedras pontiagudas, afinal seu conforto a noite dependerá da boa armação da barraca. O isolante térmico (EVA) protege isolando a umidade e o frio do terreno, além de corrigir possíveis irregularidades do solo.

 

Marcelo Maximo - Publicitário e Músico

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FALA JUNINHO  (DEPOIMENTOS) escrito em quinta 28 maio 2009 13:33

O prazer de andar e realmente se encontrar, achar o perdido mais conhecido do eu interior, misterioso que apenas você mesmo pode buscar, e ter respostas para as mais profundas reflexões. Que são feitas nos detalhes, nas observações visuais, auditivas, sensitivas. É assim que eu me sinto quando estou caminhando, me aproximo da natureza, de Deus, e desligo deste mundão que conhecemos. A caminhada trás pra mim além da minha essência que é liberdade. O desafio, a aventura, o novo, o conhecimento do meu próprio corpo, de como posso ser útil naquela equipe presente. Quando estou na mata, vejo isso, sinto, compartilho, é à força da natureza a qual me delicio, respeito e sinto profundamente. E o mais legal e fazer isso coletivamente, com amigos, colegas, marinheiros de primeira viagem, compartilhar cada momento, com a expectativa do outro, a sua própria. Sair dessa rotina tão estressante, deste mundo tão covarde onde somos reféns do capitalismo, da globalização, sofremos e nem percebemos a grandeza da natureza, do ar puro para limpar nossos pulmões, elevar nossa auto-estima, nosso olhar, melhorar nosso olhar sobre o conceito de qualidade de vida, em manutenção e prevenção com segurança, em busca de paz, silêncio, felicidade e prazer em cada passada, gesto, piada, sorrisos, alegrias em geral que só podem ser proporcionadas numa trilha, numa caminhada. E tudo isso e um pouquinho do que eu posso dizer dos meus mais de dez anos de caminhadas por ai, por cá, com grandes amigos, professores, grandes momentos e desafios, de manhã, de tarde, de noite, de madrugada.

 

Wagner Junior Sol Lima

Profissional em Educação Física

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